Às vezes por mais triste que seja o nome saudade
O vento lembra de momentos em que somos um.
Um olhar afastado, mil palavras jogadas no ar.
são as folhas que caem e se renovam que nos fazem sentido.
É um fogo que ladra por poder.
É sol, é vento, é mar.
A tradução do sentimento é voar.
Dar as mãos e apenas pensar que realmente existe.
As nuvens completam a mais vã das idéias,
Uma complenitude de almas.
Uma voraz sede que arrepia, amedronta e dá coragem.
Palpitando por entre alucinações
Ali está, beirando a vida e a morte.
Seja vasta e bela a melancolia do amor que vos aflige.
Que se torne selva e dai-vos clamor por cura.
Uma doença que não se apaga, não se sacia e nem se vê.
Amo quem faz do amor um sofrer imutável e universaliza-se em si .
Passo a passo.
Palavra por palavra.
Sentido por sentido.
força por força.
Se ganha a força.
Se tem uma cor.
Se tem desejo.
Se tem Amor.
Rairy de Carvalho
31 de julho de 2008
Tal destino
Um tal de destino
No início lhes digo:
-tenho uma espada em terra de dragão.
Posso até não ser amigo do rei.
Admito, estou bem próximo.
Entrei por entre dias de alvoradas serenas.
Um passo após o outro, ali estava eu.
Numa terra donde nunca haveria uma criação
“A terra da misericórdia.”
Tentei em assaltos de sentimentos
Colher apenas a melancolia
Acabei, em tal tempo, por encontrar uma mulher.
Chama-se Desejo;
Tão ardente como o sol nos olhos de um nascido prematuramente.
Meu sonho era ser amigo do Rei.
Morar em seu castelo e desfrutar.
Um desfrute ao EGO, se é que me entendem.
O mesmo curso do rio
Não imaginava, eu, ser o curso da minha história.
Um largo canal.
Ms com um fim e um começo.
Pois até então tudo normal.
Afinal toda história começa assim:
“ - Uma idéia, uma fantasia e uma cadência de palavras.”
Agora após postulado um mundo de palavras
Apresento-vos o meu nome:
- Me chamo destino. Sou filho do vento, da luz e de tudo que se possa ter um nome.
Bom agora que nos aproximamos mais,
Continuo a minha saga.
- Onde parei? Ah sim, lembrei.
Em uma tarde de outono me emancipei em pensamentos.
Veio-me à cabeça uma idéia já conhecida,
Porém com adaptações.
Tal idéia me sucumbiu de uma maneira!
O ar do seu peso me deixou atônito e um tanto quanto perturbado.
A frase que me vinha à cabeça dizia:
- Penso, logo existo!
Quem disse tais palavras não foi o sol, nem a lua e nem eu.
Procurei em meus desastres e acasos
A força para entender o meu sentido.
- O porquê do meu nome? Que realeza eu teria por ter essa marca em minh’alma?
Parei com minhas indagações;
Levei adiante a força do meu oportuno nome.
Para quem não se lembra,
Meu nome é Destino!
Sou filho do vento, da luz e de tudo que se possa ter um nome.
Continuei a caminhar depois de um desfrute quase que real com aquela tal de Desejo.
Em tal mulher consegui compreender
Que para qualquer conquista e ambição que se tenha
É necessário haver luz.
“ Esse tal de Destino, nos coloca em poucas e boas!”
Parei por vários quartos de hora a imaginar:
“- O que seria obter a luz?!?! Como conquistar o meu ganho final?!?!
Com o meu dom de destino
Poderia conquistar a tudo e a todos.
Faria revelações sobre tudo e todos.
“ – Não, não. Não é isso que eu quero.”
Na verdade verdadeira, não queria ser amigo do Rei.
Eu quero ser o Rei!
Nada melhor à formulação de um plano do que colocar as idéias num papel.
Comecei a escrever o meu caminho até chegar onde queria.
Inclui várias falhas em meus planos,
Lugares onde nunca passaria, como por exemplo:
“Nunca iria pela terra da mentira, nunca chegaria perto do bosque da desigualdade e jamais beberia na fonte da falsidade.”
Criei, recriei, me desmontei, me coloquei em tempos diferentes, talvez até em ordem cronológica de um tal de alfabeto.
Enfim, cheguei! Tornei-me Rei no papel.
Sei formular idéias, sou amigo do Amor e irmão da Paz.
Com tudo o que me consome
É o tal de Destino que está em mim que me tira todas as forças.
Consegui chegar a tal mundo das idéias;
Essa tal de Luz já estava em mim...
Como não consegui ver?!?!
Enfadonho e duo pensamento.
Ao mesmo tempo em que tento me criar já o sou.
Meu nome mais uma vez é Destino!
Sou Rei, sou o começo, sou o fim!
Me sou por mim e por outros.
Fui condecorado, por uma tia chamada Imaginação, como Poeta.
Na asa de tal Destino lhes dou apoio para ancorarem Incertezas, Perguntas, Sonhos, Medos e a sua própria história.
Segure em minhas mãos, sou Poeta, sou Destino e no meu futuro um pouquinho
cada um.
O destino é universal! Entre em tal pensamento e apenas escute a Imaginação.
Rairy de Carvalho
No início lhes digo:
-tenho uma espada em terra de dragão.
Posso até não ser amigo do rei.
Admito, estou bem próximo.
Entrei por entre dias de alvoradas serenas.
Um passo após o outro, ali estava eu.
Numa terra donde nunca haveria uma criação
“A terra da misericórdia.”
Tentei em assaltos de sentimentos
Colher apenas a melancolia
Acabei, em tal tempo, por encontrar uma mulher.
Chama-se Desejo;
Tão ardente como o sol nos olhos de um nascido prematuramente.
Meu sonho era ser amigo do Rei.
Morar em seu castelo e desfrutar.
Um desfrute ao EGO, se é que me entendem.
O mesmo curso do rio
Não imaginava, eu, ser o curso da minha história.
Um largo canal.
Ms com um fim e um começo.
Pois até então tudo normal.
Afinal toda história começa assim:
“ - Uma idéia, uma fantasia e uma cadência de palavras.”
Agora após postulado um mundo de palavras
Apresento-vos o meu nome:
- Me chamo destino. Sou filho do vento, da luz e de tudo que se possa ter um nome.
Bom agora que nos aproximamos mais,
Continuo a minha saga.
- Onde parei? Ah sim, lembrei.
Em uma tarde de outono me emancipei em pensamentos.
Veio-me à cabeça uma idéia já conhecida,
Porém com adaptações.
Tal idéia me sucumbiu de uma maneira!
O ar do seu peso me deixou atônito e um tanto quanto perturbado.
A frase que me vinha à cabeça dizia:
- Penso, logo existo!
Quem disse tais palavras não foi o sol, nem a lua e nem eu.
Procurei em meus desastres e acasos
A força para entender o meu sentido.
- O porquê do meu nome? Que realeza eu teria por ter essa marca em minh’alma?
Parei com minhas indagações;
Levei adiante a força do meu oportuno nome.
Para quem não se lembra,
Meu nome é Destino!
Sou filho do vento, da luz e de tudo que se possa ter um nome.
Continuei a caminhar depois de um desfrute quase que real com aquela tal de Desejo.
Em tal mulher consegui compreender
Que para qualquer conquista e ambição que se tenha
É necessário haver luz.
“ Esse tal de Destino, nos coloca em poucas e boas!”
Parei por vários quartos de hora a imaginar:
“- O que seria obter a luz?!?! Como conquistar o meu ganho final?!?!
Com o meu dom de destino
Poderia conquistar a tudo e a todos.
Faria revelações sobre tudo e todos.
“ – Não, não. Não é isso que eu quero.”
Na verdade verdadeira, não queria ser amigo do Rei.
Eu quero ser o Rei!
Nada melhor à formulação de um plano do que colocar as idéias num papel.
Comecei a escrever o meu caminho até chegar onde queria.
Inclui várias falhas em meus planos,
Lugares onde nunca passaria, como por exemplo:
“Nunca iria pela terra da mentira, nunca chegaria perto do bosque da desigualdade e jamais beberia na fonte da falsidade.”
Criei, recriei, me desmontei, me coloquei em tempos diferentes, talvez até em ordem cronológica de um tal de alfabeto.
Enfim, cheguei! Tornei-me Rei no papel.
Sei formular idéias, sou amigo do Amor e irmão da Paz.
Com tudo o que me consome
É o tal de Destino que está em mim que me tira todas as forças.
Consegui chegar a tal mundo das idéias;
Essa tal de Luz já estava em mim...
Como não consegui ver?!?!
Enfadonho e duo pensamento.
Ao mesmo tempo em que tento me criar já o sou.
Meu nome mais uma vez é Destino!
Sou Rei, sou o começo, sou o fim!
Me sou por mim e por outros.
Fui condecorado, por uma tia chamada Imaginação, como Poeta.
Na asa de tal Destino lhes dou apoio para ancorarem Incertezas, Perguntas, Sonhos, Medos e a sua própria história.
Segure em minhas mãos, sou Poeta, sou Destino e no meu futuro um pouquinho
cada um.
O destino é universal! Entre em tal pensamento e apenas escute a Imaginação.
Rairy de Carvalho
29 de julho de 2008
"A entrega da aurora da junventude"
Em preces me expresso como posso
Convivo com minhas perturbações.
Contribuo com os meus defeitos
Proponho-me a estar vivo.
Um incandescente corpo completa
Repleta de um esbravejar feliz.
Espreitando em meus pensamentos,
Fontes de luz e uma extrema tranqüilidade.
Coloco em mãos do vento a juventude.
Ponho em minhas transições uma aurora.
Escorrega-se entre os dedos o começo.
Calo-me, me escuto e somente me vem o teu sorriso.
Tardia percepção e arredia.
Um encontro ao encontro da alvorada do meu ser.
O som se espalha, duas vidas ecoam.
O fim nunca se assemelha, um infinito como escolha.
Ao fim de cada palavra há um ponto.
No começo de cada história há incerteza.
No meio de todo fim, um pouco antes do meio, há o começo.
Os meus versos se encontram em cadência, feitos apenas por sorrisos teus.
Convivo com minhas perturbações.
Contribuo com os meus defeitos
Proponho-me a estar vivo.
Um incandescente corpo completa
Repleta de um esbravejar feliz.
Espreitando em meus pensamentos,
Fontes de luz e uma extrema tranqüilidade.
Coloco em mãos do vento a juventude.
Ponho em minhas transições uma aurora.
Escorrega-se entre os dedos o começo.
Calo-me, me escuto e somente me vem o teu sorriso.
Tardia percepção e arredia.
Um encontro ao encontro da alvorada do meu ser.
O som se espalha, duas vidas ecoam.
O fim nunca se assemelha, um infinito como escolha.
Ao fim de cada palavra há um ponto.
No começo de cada história há incerteza.
No meio de todo fim, um pouco antes do meio, há o começo.
Os meus versos se encontram em cadência, feitos apenas por sorrisos teus.
"Palavras turvas e vazias..."
Temo em supor sobre um espírito livre.
"Espírito livre" deva tornar-se alguma vez,
Maduro e doce até a perfeição?
A grande discrepância dos atos deu-se.
Tudo a partir de um lindo e desconjuro livramento.
Onde, o que temeras por ti , simplesmente se fez.
Ô grande esquecimento dos sentidos,
Onde esta o seu grande abismo confortável?
Por de trás de um incessante julgo de espíritos podres?
Quão podres são esses espíritos,
Ao ponto de se fazerem por si só ,
ESPÍRITOS LIVRES.
Despertados estão os desejos e as vontades.
Desejos, simples e complexos, desejos de ir avante.
Uma voz que fala crepita os sentidos;
Grande e calorosa e a voz.
Crer em subterfúgios;? O que se daria realmente?
Daria a mim, simplesmente o enegrecimento da alma.
E como mendicante por vida se faz um espírito,Ou alma,ou o que seja, simplesmente por alivio;
Ou idealismo de imenso e porvindouro,Esperado e acalantado sentido.
Espero conter os guizos da felicidade e do idealismo.
Quero ancorar dor e sofrimento.
Afinal,quero saber quem sou e porque o sou.
Aqui termino,como um "espírito livre",
A universalizar as minhas palavras:
Astutas palavras;
Simplesmente turvas e vazias;
Simplesmente palavras.
(Rairy de Carvalho)
"Espírito livre" deva tornar-se alguma vez,
Maduro e doce até a perfeição?
A grande discrepância dos atos deu-se.
Tudo a partir de um lindo e desconjuro livramento.
Onde, o que temeras por ti , simplesmente se fez.
Ô grande esquecimento dos sentidos,
Onde esta o seu grande abismo confortável?
Por de trás de um incessante julgo de espíritos podres?
Quão podres são esses espíritos,
Ao ponto de se fazerem por si só ,
ESPÍRITOS LIVRES.
Despertados estão os desejos e as vontades.
Desejos, simples e complexos, desejos de ir avante.
Uma voz que fala crepita os sentidos;
Grande e calorosa e a voz.
Crer em subterfúgios;? O que se daria realmente?
Daria a mim, simplesmente o enegrecimento da alma.
E como mendicante por vida se faz um espírito,Ou alma,ou o que seja, simplesmente por alivio;
Ou idealismo de imenso e porvindouro,Esperado e acalantado sentido.
Espero conter os guizos da felicidade e do idealismo.
Quero ancorar dor e sofrimento.
Afinal,quero saber quem sou e porque o sou.
Aqui termino,como um "espírito livre",
A universalizar as minhas palavras:
Astutas palavras;
Simplesmente turvas e vazias;
Simplesmente palavras.
(Rairy de Carvalho)
Ritos a corpos libertos
"Não julguem os seus pensamentos como libertos.
Por mais que queiram esta infâmia liberdade,
O seu pensamento quando pensa em libertação
Já se tornou prisioneiro em sua decadente alma.
Podemos julgar-nos livres,
Porém não compreendemos
Que a nossa essência nos condena;
Somos condenados como escravos da nossa própria vontade.
Saibamos discernir os sepulcros da nossa alma.
Assim obteremos a redenção dos pensamentos,
Os quais condenam-nos.
Pois já que não temos a tal idealizada liberdade,
Então que sejamos escravos do nosso pensar
E o libertar se fará pela ânsia pelo conhecimento.
Tudo se acabará com a aura importuna da razão.
Que morramos agarrados em nossas almas,
Pois se não conquistamos a nossa liberdade,
que aprisionemos aquilo que nos faz sonhar.
Pela veemência dos fatos a alma morrerá e sentirá o gosto que sentimos
Em tentar nos ludibriar com os ritos aos corpos libertos.
(Rairy de Carvalho)
Por mais que queiram esta infâmia liberdade,
O seu pensamento quando pensa em libertação
Já se tornou prisioneiro em sua decadente alma.
Podemos julgar-nos livres,
Porém não compreendemos
Que a nossa essência nos condena;
Somos condenados como escravos da nossa própria vontade.
Saibamos discernir os sepulcros da nossa alma.
Assim obteremos a redenção dos pensamentos,
Os quais condenam-nos.
Pois já que não temos a tal idealizada liberdade,
Então que sejamos escravos do nosso pensar
E o libertar se fará pela ânsia pelo conhecimento.
Tudo se acabará com a aura importuna da razão.
Que morramos agarrados em nossas almas,
Pois se não conquistamos a nossa liberdade,
que aprisionemos aquilo que nos faz sonhar.
Pela veemência dos fatos a alma morrerá e sentirá o gosto que sentimos
Em tentar nos ludibriar com os ritos aos corpos libertos.
(Rairy de Carvalho)
Memórias
As lástimas de uma memória em mim agora póstumada;
É sucumbida pela ávida dúvida de um escrúpulo liberto.
Encontram-se em mim uma inscersão de pensamentos.
Quem me dera acordar a uma aurora
e repousados em mim estivesse
a indubitável confiança em meus próprios escritos.
As quimeras dos meus sentidos se sepultam em meu peito;
Tomam a forma como se fossem gritos por libertação.
Nascem de nós palavras intrigantes,
E em nosso próprio julgo somos julgados;
E assim como verdadeiro pensador,
Escravizei os meus próprios pensamentos para que um dia eles possam ser libertos.
Escravizei os meus pensamentos
Para que um dia eu possa ser escravo somente das minhas vontades.
Entrego, aqui, em mãos ao sofrimento
As minhas pomposas palavras!
São elas tão livres como nós.
Estão elas obrigadas a escritas aqui ficarem.
(Rairy de Carvalho)
É sucumbida pela ávida dúvida de um escrúpulo liberto.
Encontram-se em mim uma inscersão de pensamentos.
Quem me dera acordar a uma aurora
e repousados em mim estivesse
a indubitável confiança em meus próprios escritos.
As quimeras dos meus sentidos se sepultam em meu peito;
Tomam a forma como se fossem gritos por libertação.
Nascem de nós palavras intrigantes,
E em nosso próprio julgo somos julgados;
E assim como verdadeiro pensador,
Escravizei os meus próprios pensamentos para que um dia eles possam ser libertos.
Escravizei os meus pensamentos
Para que um dia eu possa ser escravo somente das minhas vontades.
Entrego, aqui, em mãos ao sofrimento
As minhas pomposas palavras!
São elas tão livres como nós.
Estão elas obrigadas a escritas aqui ficarem.
(Rairy de Carvalho)
Sábios e inteligíveis...
"Cheios de pensamentos tortuosos
O homem mostra-se as mesclas inteligíveis
Torna-se sábio ao ponderar seus sentimentos
E torna-se contraditório ao revelar-se Totalmente dominado, as condizes da sua alma.
Que não tentemos mostrar a volupiosidade do nosso pensar
Aos desagregados do poder.
O pouco importa ao que fomos julgados;
O importante e que tenhamos consciência que somos errôneos.
Com a exuberante forma da falha que nos façamos fortes a nós.
Tudo o que tentamos viver,não passa de uma mera elucubração poética.
Com todos esse olhos de um pensar gentil.
À minha concepção,Temos que nos ver cheio do vazio ;
Assim caminharemos em direção a razão.
(Rairy de Carvalho)
O homem mostra-se as mesclas inteligíveis
Torna-se sábio ao ponderar seus sentimentos
E torna-se contraditório ao revelar-se Totalmente dominado, as condizes da sua alma.
Que não tentemos mostrar a volupiosidade do nosso pensar
Aos desagregados do poder.
O pouco importa ao que fomos julgados;
O importante e que tenhamos consciência que somos errôneos.
Com a exuberante forma da falha que nos façamos fortes a nós.
Tudo o que tentamos viver,não passa de uma mera elucubração poética.
Com todos esse olhos de um pensar gentil.
À minha concepção,Temos que nos ver cheio do vazio ;
Assim caminharemos em direção a razão.
(Rairy de Carvalho)
"Nós somos a montanha"
"As vezes e necessário que nos abdiquemos da morada na qual somos fortalecidos.
As vezes e necessário que tornemos translúcido o nosso pensar para que possamos analisar os fatos.
A falta ou o exacerbo da eloquência faz com que tenhamos que nos afastar da montanha para enxergar o seu cume."
(Rairy de Carvalho)
As vezes e necessário que tornemos translúcido o nosso pensar para que possamos analisar os fatos.
A falta ou o exacerbo da eloquência faz com que tenhamos que nos afastar da montanha para enxergar o seu cume."
(Rairy de Carvalho)
Despertar
O vento é gélido. Um espaço no tempo.
Não se encontra o conforto e nem a emancipação da montanha.
Quando se brilha à noite a alma transgride o florescer.
De um punhado de neve da distância faz frio o amor, um grande amor sem voar.
Serei fogo, larva e sol.
Espreitando em meu próprio peito um alívio por completo.
Tudo me parece fazer sentido, é fogo da montanha; é vento que se espalha.
É um corpo que se banha ao encontro do outro.
No tempo insensato se transforma em pensamento.
Como uma faca que rasga N'alma a parte da saudade.
Como se escondesse o brilho do sorriso pela distância.
Agora lhe enalteço um forte amor que grita na alma.
Com uma voz um pouco insegura, mal sabes tu o que se passa.
Um espaço que é teu, somente teu.
Clama-se por sentimento, fala-se de amor.
Tudo isso em teu nome. Em teu nome!
Rairy De Carvalho
Não se encontra o conforto e nem a emancipação da montanha.
Quando se brilha à noite a alma transgride o florescer.
De um punhado de neve da distância faz frio o amor, um grande amor sem voar.
Serei fogo, larva e sol.
Espreitando em meu próprio peito um alívio por completo.
Tudo me parece fazer sentido, é fogo da montanha; é vento que se espalha.
É um corpo que se banha ao encontro do outro.
No tempo insensato se transforma em pensamento.
Como uma faca que rasga N'alma a parte da saudade.
Como se escondesse o brilho do sorriso pela distância.
Agora lhe enalteço um forte amor que grita na alma.
Com uma voz um pouco insegura, mal sabes tu o que se passa.
Um espaço que é teu, somente teu.
Clama-se por sentimento, fala-se de amor.
Tudo isso em teu nome. Em teu nome!
Rairy De Carvalho
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