As lástimas de uma memória em mim agora póstumada;
É sucumbida pela ávida dúvida de um escrúpulo liberto.
Encontram-se em mim uma inscersão de pensamentos.
Quem me dera acordar a uma aurora
e repousados em mim estivesse
a indubitável confiança em meus próprios escritos.
As quimeras dos meus sentidos se sepultam em meu peito;
Tomam a forma como se fossem gritos por libertação.
Nascem de nós palavras intrigantes,
E em nosso próprio julgo somos julgados;
E assim como verdadeiro pensador,
Escravizei os meus próprios pensamentos para que um dia eles possam ser libertos.
Escravizei os meus pensamentos
Para que um dia eu possa ser escravo somente das minhas vontades.
Entrego, aqui, em mãos ao sofrimento
As minhas pomposas palavras!
São elas tão livres como nós.
Estão elas obrigadas a escritas aqui ficarem.
(Rairy de Carvalho)
29 de julho de 2008
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