Temo em supor sobre um espírito livre.
"Espírito livre" deva tornar-se alguma vez,
Maduro e doce até a perfeição?
A grande discrepância dos atos deu-se.
Tudo a partir de um lindo e desconjuro livramento.
Onde, o que temeras por ti , simplesmente se fez.
Ô grande esquecimento dos sentidos,
Onde esta o seu grande abismo confortável?
Por de trás de um incessante julgo de espíritos podres?
Quão podres são esses espíritos,
Ao ponto de se fazerem por si só ,
ESPÍRITOS LIVRES.
Despertados estão os desejos e as vontades.
Desejos, simples e complexos, desejos de ir avante.
Uma voz que fala crepita os sentidos;
Grande e calorosa e a voz.
Crer em subterfúgios;? O que se daria realmente?
Daria a mim, simplesmente o enegrecimento da alma.
E como mendicante por vida se faz um espírito,Ou alma,ou o que seja, simplesmente por alivio;
Ou idealismo de imenso e porvindouro,Esperado e acalantado sentido.
Espero conter os guizos da felicidade e do idealismo.
Quero ancorar dor e sofrimento.
Afinal,quero saber quem sou e porque o sou.
Aqui termino,como um "espírito livre",
A universalizar as minhas palavras:
Astutas palavras;
Simplesmente turvas e vazias;
Simplesmente palavras.
(Rairy de Carvalho)
29 de julho de 2008
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3 comentários:
Tenho todas as poesias q me mandastes por email impressas aqui em casa...
bjooo
P.S: Essa é uma delas...
massa..
depois pego com você...
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